Amor vertido pelo chão | 10Jun2009 00:00:00

Publicado por:


Arrancas-me os botões
Em pressas compassadas
Espalhas pelo chão o amor
De suspiros e lágrimas brotadas
Desarrumas-me os sentidos
Vertes-me a alma aos teus pés
Um desarranjo consentido
Entre cadeiras, sofás e canapés
Arrastas-me para a tua cama
Vertes a tua alma no meu corpo
Desenho-to e rasgo-te em linho
Debruo-te a martelo e escopro
Emaranhado de suor, sol e lua
Não descrevem o paroxismo,
Não vertem corpos escaldados,
Verto-te eu no ventre, meu abismo.
Entro sol alto, saio lua cheia
Que ilumina o meu andar
Felino esgueirado nas sombras
Seguido pelo teu doce olhar
Rasgos de corpos vertidos
E nascidos para se amar
Consentido pelo chão
De um amor por arrumar

Partilhar:

Comentários
Não existem comentários

Para poder comentar necessita de iniciar sessào.

Painel controlo
  • Email:
  • Palavra-passe:
  • Lembrar dados
  • Ir administraçào


Anedotas
P: Sabem porque é que o Viagra no norte é mais forte?
R: Porque é Bi-agra.
Com Poesia

rodinha26

flavio

dianabalis

a-cor-da-poesia

lisura

joaonegreiros
©2017, BlogTok.com | Plataforma xSite. Tecnologia Nacional