Aquele amor de verão | 27Mai2009 00:00:00

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Naquele verão em que te conheci
Na praia ventosa e desmaiada
Aos pés da serra que se escondia
Da tua bela figura apetecida

Encoberta pelo nevoeiro da manhã
Espreitava entre as nuvens lá no alto
Meu olhar envergonhado e tímido
Meu coração em sobressalto

Deixavas as pegadas na areia
Leve como a brisa que cheirava
Contentava-me tão só em beijar
O chão que o teu pé pisava

Olhava as ondas que desfaleciam
Na praia, nesse terno verão
Sentia-me essa vaga compassada
Maré cheia da minha paixão.

À noite junto ao velho barco
Com a lua como testemunha
Contava as estrelas, com os beijos
Que a tua boca na minha punha

Vejo ainda em contra luz
Na madrugada rarefeita,
Do teu corpo entrelaçado
No meu, em felicidade perfeita.

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Anedotas
Vai um indivíduo num comboio com uma banana enfiada no ouvido. Chega um senhor ao seu lado e começa a ficar com uma cara muito estranha. Não se contendo mais, vira-se para ele e diz:
- Desculpe mas o senhor tem uma banana no ouvido.
- O quê?
- O Senhor tem uma banana no ouvido!
- O quê?
- Tem uma banana no ouvido!
- Podia falar mais alto, é que eu tenho uma banana no ouvido.
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