O amor da minha vida | 19Mai2009 00:00:00

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Vou-te continuar a seguir
Ainda que me digam e berrem
Que não tenho razão
Quero-te antes que os olhos se cerrem

A razão com que te sigo
Está na força do meu querer
No chão que piso e calcorreio
No horizonte de vista a perder

Mas não perco a vontade
Nem sequer na corrida o norte
Busco-te em demandas loucas
Quero-te antes da minha morte

E se não te encontrar
Quero nessa busca morrer
Que de mim se diga que morri
Na tentativa de te conhecer

Mesmo que não te veja
Quero a tua face beijar
No leito de esperança em que vivo
Quero que nua e rara me venhas abraçar

Envolve-me o teu longo e doce abraço
Leva-me nos firmamentos em que navegas
Utopia amada, como te quero e amo
Utopia, nunca cansas dos sonhos que carregas

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Anedotas
Ao terminar o serviço, o colocador de carpetes percebe que o seu maço de cigarros desapareceu. Procura, procura, procura... e nada!
De repente, ele olha para o chão e vê uma elevação sobressaindo na carpete recém colocada. Sem coragem para retirar a carpete e refazer o serviço e irritado com o próprio desleixo, martela a elevação até que ela desaparece.
No instante seguinte, a dona da casa entra na sala, entrega-lhe o maço de cigarros e diz:
- Acho que estes cigarros que estavam sobre a mesa da cozinha são seus. A propósito, o senhor não viu o meu hamster por aí?
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