essa palavra, liberdade | 15Mai2009 00:00:00

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Surge-nos a ilha assim de momento
Banhada por intolerância a poente
Causa-nos estranheza que resista
Ás vagas da inquisição a nascente

Libertou-se da gravata e do laço
Maculou o alvo colarinho
Verberou o ímpio maldizente
Mostrou afilado o feio focinho

Lançou sobre ela a matilha
De raivosos e de ira lançados
Sobre ela que é tua e minha
Os cães, rafeiros de toga trajados

Mas a palavra não se deixa vencer
Vive mesmo quando fala de morte
É ilha altaneira cume de rocha
Que as vagas e outro tipo de sorte

Ainda que monstruosas e diletantes
É essa soma que escreve verdade
É por um simples conjunto de letras
Que se escreve palavra e liberdade

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